Grande parte da população sente tédio no trabalho. Engana-se quem pensa que o tédio está presente somente quando não se faz o que gosta, ele também está presente nas profissões “amadas”.
O tédio, quando não se atua na área na qual gostaria, pode até ser entendido como “normal”, pois a frustração pela falta de satisfação é natural.
Quando o tédio acontece quando se faz o que gosta, para muita gente não faz sentido, pois deveria haver prazer ao invés de tédio. Este fato está ligado a vários motivos, mas o principal é que quando se tem muita habilidade e pouca dificuldade no trabalho, cai-se na mesmice, no desinteresse, pois não há um “estímulo” para que haja mais esforço e superação; e isso muitas vezes passa despercebido.
Para tentar acabar com o tédio no trabalho, deve-se achar o equilíbrio entre a habilidade e a dificuldade, porque é a dificuldade que estimula e impulsiona, tornando não só o trabalho, mas a vida mais interessante e feliz.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Complexos sobre o corpo
O corpo, que devia parecer algo natural para as pessoas, têm sido um dos seus maiores problemas, tanto por motivos de não-aceitação, quanto por motivos que lhes são pregados desde a antiguidade (que existem partes do corpo que são mais “sujas” do que outras).
A não-aceitação diz a respeito da falta de satisfação com o corpo; de sempre achar alguém mais magro, mais alto e mais bonito do que si próprio. Isso tem levado a muitas pessoas a viverem “isoladas”, sem autoconfiança, e com um “ar” de inferioridade ao resto do mundo.
O que tem sido pregado desde a antiguidade, é que existem partes do corpo que são mais “sujas” do que outras, e que por isso deve-se ter vergonha, “esconder” e falar pouco a respeito delas. Os órgãos sexuais e o excretor (vagina, pênis e ânus), são os principais exemplos disso.
Essas “barreiras” (que muitas vezes a própria população cria) têm que serem “quebradas”. Não existem partes “sujas” ou “limpas” do corpo, todas as partes são iguais e deveriam ser tratadas como tal. Também deve-se aprender que ninguém é igual a ninguém, e que esse padrão de beleza criado pela sociedade não é o certo, cada um tem a sua própria beleza e devemos aprender a explorá-la cada vez mais.
A não-aceitação diz a respeito da falta de satisfação com o corpo; de sempre achar alguém mais magro, mais alto e mais bonito do que si próprio. Isso tem levado a muitas pessoas a viverem “isoladas”, sem autoconfiança, e com um “ar” de inferioridade ao resto do mundo.
O que tem sido pregado desde a antiguidade, é que existem partes do corpo que são mais “sujas” do que outras, e que por isso deve-se ter vergonha, “esconder” e falar pouco a respeito delas. Os órgãos sexuais e o excretor (vagina, pênis e ânus), são os principais exemplos disso.
Essas “barreiras” (que muitas vezes a própria população cria) têm que serem “quebradas”. Não existem partes “sujas” ou “limpas” do corpo, todas as partes são iguais e deveriam ser tratadas como tal. Também deve-se aprender que ninguém é igual a ninguém, e que esse padrão de beleza criado pela sociedade não é o certo, cada um tem a sua própria beleza e devemos aprender a explorá-la cada vez mais.
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